terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Lagrimas de sangue... gotas de amor.


Vejo-me cada vez mais cercado por esse abismo escuro onde reia esse silencio devastador, e é nesse silencio que me encontro, que me vejo face a face comigo mesmo, onde descubro o quão baixo e patético, não suporto mais isso. Esse silencio que me consome, que me sangra a alma, que me revela cosias a tanto escondidas. Acabo me sucumbindo em meus medos e anseios, me encho de duvidas, e a escuridão me deixa apático.
E quando eu vejo uma pequena luz, nessa escuridão, ela me cega, eu quero seguir em frente para ela, mas meu corpo treme e se imobiliza... e quando percebo de meus olhos cai lagrimas de sangue e gotas de amor, esse amor que quero, que desejo, que espero...e descubro que o abismo é minha própria mente, e que o silencio e a escuridão é a minha própria solidão, solidão antes minha única parceira e minha mais fiel professora, quem em outrora me ensinara, hoje ela me coloca a prova, para que eu ainda acredite, para que eu mesmo veja que ainda há esperanças, mas ainda me engano, ainda me desespero, quero poder lutar, não tenho medo da luta, apenas não quero que ela seja em vão, quero ter um propósito, quero ter um lugar para voltar.Estou cansado de viver essa batalha eterna, estou cansado de sobreviver a ela, mas sei que só ao fim dela poderei viver, por isso ainda continuo lutando, mesmo não agüentando.

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